Personal trainer preso por matar homem com golpes de canivete alega 'memória prejudicada' e diz não recordar do crime
Personal trainer tem prisão preventiva decretada O personal trainer Rafael Evangelista Monteiro, preso por suspeita de matar um homem com golpes de canivete na...
Personal trainer tem prisão preventiva decretada O personal trainer Rafael Evangelista Monteiro, preso por suspeita de matar um homem com golpes de canivete na Praia do Balbino, em Cascavel, no litoral do Ceará, alegou no depoimento à polícia que não se recorda do que ocorreu no momento do crime, pois "sua memória estava prejudicada em razão do consumo de bebida alcoólica e cocaína". Rafael Monteiro passou por audiência de custódia na Justiça Estadual, nesta terça-feira (4), e teve a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva. O g1 não localizou a defesa de Rafael Evangelista Monteiro para comentar a prisão, até a publicação desta matéria. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Conforme o Auto de Prisão em Flagrante, ao qual o g1 teve acesso, Rafael Evangelista, conhecido como "Toy Personal", estava participando de uma festa na Praia da Caponga quando se aproximou de um grupo de pessoas e pediu para ficar na companhia delas, já que estava sozinho e não tinha onde dormir. Nesse grupo, estava a vítima, identificada como Luiz Thiago da Silva Cordeiro, de 31 anos, que aceitou que Rafael os acompanhasse para a Praia do Balbino, para dormir na casa de uma conhecida. LEIA TAMBÉM: Personal trainer é preso por matar homem com golpes de canivete Grupo é preso por suspeita de integrar facção e expulsar moradores Proibição de entrar em casa Rafael Evangelista Monteiro, conhecido como "Toy Personal", foi preso por suspeita de matar um homem com golpes de canivete em Cascavel, na Região Metropolitana de Fortaleza. Instagram/ Reprodução Segundo uma testemunha, ao chegar ao endereço, a dona da casa "não foi com a cara de Rafael" e não permitiu a entrada dele na residência. Com isso, Luiz Thiago ficou do lado de fora, fazendo companhia ao personal. Posteriormente, Rafael chamou Luiz para ir comprar vinho em uma mercearia. No entanto, a vítima foi morta no trajeto. No depoimento, Rafael disse à polícia que não se recorda do que ocorreu no momento do crime e, quando retornou a consciência, já estava golpeando a vítima com o canivete que ele portava. Ainda segundo o depoimento do preso, Luiz ainda tomou o canivete e chegou a atingi-lo na mão e na perna, para tentar se defender. "O declarante reafirma que não se recorda do motivo de ter golpeado a vítima e não sabe explicar os fatos posteriores, pois não consegue se lembrar do ocorrido em razão do estado em que se encontrava", diz um trecho do depoimento. Após abandonar o corpo da vítima, no período da tarde, Rafael foi para a casa de uma tia, na localidade de Riacho Fundo, e pediu para ela ligar para a polícia para ele se entregar. Conforme a Secretaria da Segurança, Rafael foi capturado por uma equipe da Polícia Militar (PMCE), por meio do Comando de Policiamento de Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (CPRaio).