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Justiça do Ceará autoriza bloquear celular em caso de falta de pagamento

Justiça do Ceará autoriza bloqueio de celular em caso de falta de pagamento O Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) autorizou que instituições financeiras p...

Justiça do Ceará autoriza bloquear  celular em caso de falta de pagamento
Justiça do Ceará autoriza bloquear celular em caso de falta de pagamento (Foto: Reprodução)

Justiça do Ceará autoriza bloqueio de celular em caso de falta de pagamento O Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) autorizou que instituições financeiras possam bloquear o celular em caso de falta de pagamento do aparelho. O estado do Ceará tentou barrar a medida e punir empresas que adotarem tal prática, mas o pedido foi rejeitado. No início do ano, uma Lei Estadual foi criada pelos deputados e sancionada pelo governador para proibir que as empresas bloqueiem os aparelhos ou suspendam o funcionamento de aplicativos ou softwares. E, com base nessa legislação, o pedido de suspensão foi feito ao juízo. ✅ Clique e siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp No entanto, para o desembargador Washington Luís Bezerra de Araújo, conforme decisão, entendeu que o estado não comprovou risco de dano grave que justificasse a reversão imediata da liminar, que atende o direito das empresas em suspender os serviços. Com isso, o Tribunal decidiu rejeitar o pedido de suspender que as instituições financeiras realizem o bloqueio. A suspensão da lei segue válida até o julgamento final do caso pelo colegiado. A Associação Brasileira da Liberdade Econômica (ABLE) considera a decisão como uma vitória e entende que há um precedente importante no debate sobre regulação do crédito digital e inclusão financeira. Esse modelo, segundo a ABLE, é amplamente utilizado para financiar aparelhos a consumidores fora do sistema bancário tradicional. Em caso de inadimplência, celulares poderão ser bloqueados Reprodução/ RBS TV “Essa decisão reafirma que não se pode ignorar os impactos econômicos de medidas desse tipo. O celular hoje é instrumento de trabalho, renda e inclusão. Restringir seu financiamento é limitar oportunidades para milhões de brasileiros”, afirma Luciano Timm, presidente da entidade. Para o líder da entidade, a constituição garante livre iniciativa, livre concorrência, liberdade econômica e proteção no sentido agregado aos consumidores. “Eles podem falar por eles próprios sem intervenção paternalista lista do estado”, comemora. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

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